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Quando o assunto é educação, leitura, literatura e tudo que esse cenário pode abarcar, é muito simples, fácil e triste cair no chavão de dizer que o Brasil ainda é um país do futuro, em desenvolvimento, que o problema está em Brasília, que não tem jeito, e, sinceramente, estamos cansados de ouvir, ler e assistir em todo lugar mais do mesmo, um pessimismo que parece se espalhar como vírus pelo ar. Vamos conversar um pouco?

O que é ler pouco?

Se a análise a ser feita é restrita aos livros de ficção, literatura convencional, este adorável nicho e etc, nós realmente estamos no limbo, como relata a pesquisa da Federação do Comércio (Fecomércio) do Rio de Janeiro mostrou que 70% dos brasileiros não leram um livro sequer em 2014. (Link da Matéria) Vamos lá, o “problema” pode começar bem cedo, onde é o local o qual as crianças passam grande parte da infância? Pensou em escola? Você está certo! Pois bem, geralmente é quando o aluno tem o primeiro contato mais intenso com este mundo até então desconhecido para ele, mero pimpolho. Imagine alunos de 12 a 15 anos e a escola apresenta-lhes Vidas Secas do Graciliano Ramos, ou Til, do José de Alencar, livros incríveis, porém, provavelmente a percentagem dos que entenderão, compreenderão e conseguirão absorver estes tipos de leitura é bem pequena, pois, de verdade, estas obras são notáveis, mas não são ideias para criarem o gosto pela leitura em jovens ainda em formação.
Um outro fator que influencia tanto quanto à escola, talvez até mais, são os aconchegantes lares. Hoje, para uma criança se distrair com a TV, um tablet ou um celular com a triste desculpa de que “ela/ele só fica quieto(a) quando está nos aparelhos” é ainda mais comum. O incentivo à leitura quando parte de casa faz total diferença, eu, por exemplo, sou filho de professora, desde cedo fui apresentado aos livros, e, sem dúvida, se hoje sou apaixonado por ler, escrever e conversar sobre livros, devo muito à minha mãe.

Todavia, mesmo tendo uma metodologia, no mínimo, rasa, que considera leitor aquele que em um período de 3 meses leu pelo menos um livro inteiro ou em partes, conseguimos dar uma guinada no quesito leitura, (Link da Matéria). Além disso, nós, os falantes nativos da língua portuguesa, com essa avalanche de informações que nos são apresentadas todos os dias, sem contar a internet que torna praticamente tudo mais acessível em uma velocidade inacreditável, estamos constantemente praticando a leitura, nunca na história nos comunicamos como antes e, acredite, estamos escrevendo melhor e reparando mais nos erros gramaticais dos nossos coleguinhas, podemos ir além, uma edição de domingo de algum jornal de grande circulação tem mais informação do que um ser humano na idade média absorveu em sua vida inteira. Enfim, a informação claramente é abundante atualmente, agora, se isso é sinônimo de conhecimento, mais e melhores leituras não podemos afirmar, o fato é que lendo mais, sem dúvida, nós estamos.

Fontes:

Nerdologia – Estamos Ficando mais burros?

Matéria Super Interessante

Matéria Homuliteratus

Matériza Zero Hora

Matéria Site Câmara

Revista Época

Incentivo à leitura

A leitura como prática cotidiana

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