Olá, leitores!

A ideia de escrever está reverberando em mim há muito tempo, com uma mistura de medo, ansiedade e muita vontade de conversar sobre livros e literatura. O resultado nasce de dois sentimentos conhecidíssimos: felicidade e tristeza.

Felicidade exultante por cada frase, pensamento e sentimento formado sobre os livros os quais leio. Fico, sem dúvida, fascinado, empolgado e até muitas vezes bobo e tolo por ter sido tão afetado por um emaranhado de palavras que são impressos em um aglomerado de eucaliptos processados. Não se preocupe, pois é um lampejo paranoico fugaz facilmente suprimido pela magia e imersão da degustação de uma boa leitura.

No entanto, também nasce de uma angustia e aflição por não ter, na maioria das vezes, com quem dialogar, sorrir e divertir-me com os assuntos que, pasmem, me alegram tanto. Assim também é produzido o sentimento chamado tristeza. Mas não há dúvida que neste exato momento em que estou redigindo o texto para a futura publicação e, espero muito, a sua leitura, o sentimento dominante é a felicidade, praticamente um grito de independência às margens do Ipiranga. Espero estar por aqui por muito tempo, e, claro, seja muito bem vindo para comentar, rir, chorar e adentrar o universo da leitura.